domingo, 17 de abril de 2016

Estamos Enlouquecendo Nossas Crianças! Estímulos Demais...Concentração de Menos


Vivemos tempos frenéticos. A cada década que passa o modo de vida de 10 anos atrás parece ficar mais distante: 10 anos viraram 30, e logo teremos a sensação de ter se passado 50 anos a cada 5. E o mundo infantil foi atingido em cheio por essas mudanças: já não se educa (ou brinca, alimenta, veste, entretêm, cuida, consola, protege, ampara e satisfaz) crianças como antigamente!
O iPad, por exemplo, já é companheiro imprescindível nas refeições de milhares de crianças.Em muitas casas a(s) TV(s) fica(m) ligada(s) o tempo todo na programação infantil – naqueles canais cujo volume aumenta consideravelmente durante os comerciais – mesmo quando elas estão comendo com o iPad à mesa.

Muitas e muitas crianças têm atividades extra curriculares pelo menos três vezes por semana, algumas somam mais de 50 horas semanais de atividades, entre escola, cursos, esportes e reforços escolares.

Existe em quase todas as casas uma profusão de brinquedos, aparelhos, recursos e pessoas disponíveis o tempo todo para garantir que a criança “aprenda coisas” e não “morra de tédio”.As pré escolas têm o mesmo método de ensino dos cursos pré vestibulares.
Tudo está sendo feito para que, no final, possamos ocupar, aproveitar, espremer, sugar, potencializar, otimizar e, finalmente, capitalizar todo o tempo disponível para impor às nossas crianças uma preparação praticamente militar, visando seu “sucesso”. O ar nas casas onde essa preocupação é latente chega a ser denso, tamanha a pressão que as crianças sofrem por desenvolver uma boa competitividade.

Porém, o excesso de estímulos sonoros, visuais, físicos e informativos impedem que a criança organize seus pensamentos e atitudes, de verdade: fica tudo muito confuso e nebuloso, e as próprias informações se misturam fazendo com que a criança mal saiba descrever o que acabou de ouvir, ver ou fazer.
Além disso, aptidões que devem ser estimuladas estão sendo deixadas de lado:
  • Crianças não sabem conversar
  • Não olham nos olhos de seus interlocutores
  • Não conseguem focar em uma brincadeira ou atividade de cada vez (na verdade a maioria sequer sabe brincar sem a orientação de um adulto!)
  • Não conseguem ler um livro, por menor que seja.
  • Não aceitam regras
  • Não sabem o que é autoridade.
  • Pior e principalmente: não sabem esperar.
Todas essas qualidades são fundamentais na construção de um ser humano íntegro, independente e pleno, e devem ser aprendidas em casa, em suas rotinas.
Precisamos pausar. Parar e olhar em volta. Colocar a mão na consciência, tirá-la um pouco da carteira, do telefone e do volante: estamos enlouquecendo nossas crianças, e as estamos impedindo de entender e saber lidar com seus tempos, seus desejos, suas qualidades e talentos.
Estamos roubando o tempo precioso que nossos filhos tanto precisam para processar a quantidade enorme de informações e estímulos que nós e o mundo estamos lhes dando.
Calma, gente. Muita calma. Não corramos para cima da criança com um iPad na mão a cada vez que ela reclama ou achamos que ela está sofrendo de “tédio”. Não obriguemos a babá a ter um repertório mágico, que nem mesmo palhaços profissionais têm, para manter a criança entretida o tempo todo.
O “tédio” nada mais é que a oportunidade de estarmos em contato conosco, de estimular o pensamento, a fantasia e a concentração.
Sugiro que leiamos todos, pais ou não, “O Ócio Criativo” de Domenico di Masi, para que entendamos a importância do uso consciente do nosso tempo.
E já que resvalamos o assunto para a leitura: nossas crianças não lêem mais. Muitos livros infantis estão disponíveis para tablets e iPads, cuja resposta é imediata ao menor estímulo e descaracteriza a principal função do livro: parar para ler, para fazer a mente respirar, aprender a juntar uma palavra com outra, paulatinamente formando frases e sentenças, e, finalmente, concluir um raciocínio ou uma estória.
Cerquem suas crianças de livros e leiam com elas, por amor. Deixem que se esparramem em almofadas e façam sua imaginação voar!

FONTE: http://www.saudecuriosa.com.br/estamos-enlouquecendo-nossas-criancas-estimulos-demais-concentracao-de-menos/

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Indicação de Filme

Filme: COMO ESTRELAS NA TERRA
TODA CRIANÇA É ESPECIAL


O filme conta a história de um menino e 9 anos chamado Ishaan Awasthi, ele sofre de dislexia, estuda em uma escola normal e repetiu uma vez o terceiro período e está correndo o risco de isso acontecer de novo. O menino diz que as letras dançam em sua frente e não consegue acompanhar as aulas e nem prestar atenção. Seu pai acredita que ele é indisciplinado e o trata com rudez e falta de sensibilidade. 

Todo profissional que trabalha com dificuldades de aprendizagem deveria assistir a esse filme e analisar sua conduta. Fica a dica !


sábado, 29 de junho de 2013

Download

Faça download de materiais gratuitamente, acesse:

Matemática com jogos e atividades:

http://www.psicosol.com/products-page/apostilas/matematica-com-jogos-e-atividades/

Guia Prático da Nova Ortografia:

http://www.baixaki.com.br/download/guia-pratico-da-nova-ortografia.htm

Livros para leitura - Infantil:

João Preste Atenção

Este livro aborda o tema: DISLEXIA (TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM)

http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/livro_joaoprest_atencao.pdf

Este livro aborda o tema: TDAH (TRANSTORNO DE APRENDIZAGEM)

http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/BICHO.pdf

Este livro aborda o tema: SÍNDROME DE DOWN

http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/thiago%20um%20mino.pdf

Este livro aborda o tema: DEFICIÊNCIA FÍSICA
http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/19_livro_grandedia.pdf

Este livro aborda o tema: DEFICIÊNCIA VISUAL
http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/17_livro_felizborboletas.pdf

Este livro aborda o tema: AIDS (INFORMAÇÃO/ TRABALHAR O PRECONCEITO)
http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/23_a_voz_da_estrela%20PDF.pdf

Este livro aborda o tema: RELACIONAMENTO ENTRE PAIS E FILHOS
http://www.educardpaschoal.org.br/web/upload/NossosLivros/49_caminhao_nas_estrelas.pdf

Encontrei esta imagem no face e amei ...
Segue o link da fonte: https://www.facebook.com/consultoriodepsicopedagogiaclinica

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Um olhar clínico (psicopedagógico) sobre as dificuldades de leitura e escrita

UM OLHAR CLÍNICO (PSICOPEDAGÓGICO) SOBRE AS DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA Adriana Francisca de Medeiros Um olhar clínico não é um olhar que acontece só no meio médico, no espaço de uma clínica, como se pensava antigamente, e sim é decorrente de um método clínico de observação da realidade.Embora a palavra “clínica” tenha sua origem no termo grego kliné, que quer dizer leito no qual se observava ou se atendia um paciente, e tenha sido apropriada pela medicina durante muitos anos, o Método Clínico hoje utilizado pela Psicopedagogia foi ressignificado através da sua história, a mesma o utiliza como instrumento de investigação na coleta de dados para o diagnostico e intervenção das dificuldades de aprendizagem apresentadas por seus clientes. A Psicopedagogia, portanto, herdou um método clínico que lhe permite intervir junto a um sujeito ou a um grupo de sujeitos que aprendem, em situação terapêutica ou educacional, considerando o dito e o não dito, a ação do sujeito sobre o objeto de aprendizagem, que não é paciente e sim agente, e as conclusões que ele pode retirar desta ação. Portanto, o olhar clínico em Psicopedagogia, é um olhar que tem a intenção de perceber um sujeito que aprende, de forma inteira, em relação com os outros sujeitos, com a cultura, com a história, com os objetos de aprendizagem e com as normas estabelecidas no contexto em que vive. Este Olhar Clínico se volta para alguém que está pretendendo evitar ou superar dificuldades com relação à aprendizagem. As dificuldades com a aprendizagem podem decorrer de diversas causas, e os sintomas que aparecem, quase sempre, estão ligados ao uso do instrumental simbólico, cujo domínio nos permite aprender todos os conhecimentos do mundo – a linguagem escrita, oral, corporal, cartográfica, matemática, visual, informática etc.Estas dificuldades, na maioria das vezes, não são dificuldades que se localizam dentro de um sujeito, e sim na relação entre ele e o conhecimento ou entre ele e aqueles que ensinam.. Como vimos, o objeto central de estudo da psicopedagogia está estruturado em torno do processo de aprendizagem humana: seus padrões evolutivos normais e patológicos, bem como a influência do meio no seu desenvolvimento. Pela complexidade do seu objeto de estudo, são imprescindíveis conhecimentos específicos de diversas teorias, dentre elas podemos destacar as contribuições da psicanálise que se encarrega do mundo inconsciente; da pedagogia como ciência da educação que procura estabelecer com precisão como organizar a ação do ato de aprender , como também que procedimentos lançar mão; da psicologia que é responsável por observar o comportamento do sujeito nas relações grupais , familiares e institucionais. Por ser a psicopedagogia um campo de estudo interdisciplinar, outras ciências, além das citadas, vêm contribuir para desvelar o complexo objeto de estudo da psicopedagogia – o aprender . Para Fernandez (1991,p.47) O ser humano para aprender deve pôr em jogo: seu organismo individual herdado, seu corpo construído especularmente, sua inteligência autoconstruída interacionalmente e a arquitetura do desejo, desejo que é sempre desejo do desejo de outros. Portanto, percebemos, a partir da citação acima, que a Psicopedagogia procura estudar e desenvolver uma teoria que vá além do perceptível ao olhar de um profissional da educação ou outro profissional. Aquela estudiosa faz uma distinção entre organismo e corpo. Organismo para ela é toda a estrutura física do ser humano, já o corpo é a imagem que se tem do físico, que é construída a partir da relação com o outro. “O organismo bem–estruturado é uma boa base para aprendizagem, e as perturbações que posa sofrer condicionam dificuldades nesse processo.” Fernàndez explicita seus pressupostos argumentando: Desde do princípio até o fim, a aprendizagem passa pelo corpo.(...) o corpo coordena e a coordenação resulta em prazer de domínio. (...) A apropriação do conhecimento implica no domínio do objeto, sua corporização prática em ações ou em imagens que necessariamente resultam em prazer corporal.(1991, p.59) Em relação ao desejo e à inteligência, a teoria Psicopedagógica difere em primeiro momento à vontade do desejo, para a mesma o desejo é algo mais que à vontade, e está relacionada intimamente à sexualidade do indivíduo, ou seja, algo inconsciente. Os estudos psicanalíticos contribuíram significativamente para explicar o nível de desejo imbricado no ato de aprender. Ainda de acordo com a psicopedagoga Fernàndez: Para psicanálise os processos inteligentes surgem a partir de uma derivação da energia sexual para o objeto diferente e socialmente aceito. Quando a criança por volta de 5 – 7 anos entra no período de latência, a curiosidade sexual infantil típica da etapa edípica se reprime e se sublima. A criança transforma a curiosidade sexual prévia, dirigindo-se para objetos de conhecimento socialmente aceitos. Esta derivação da energia motiva o interesse na investigação - segundo a psicanálise- e implica, então, uma repressão exitosa e uma derivação da energia sexual. (2001) Corroborando com a análise de Fernàndez acerca da subjetividade imbuída no processo de aprendizagem, Trinca & Barone (1996, p.50) conceitua: (...) em face das primeiras experiências de aprendizagem escolar, a criança atualiza e expressa sua maneira pessoal e particular de lidar com a realidade, maneira esta que é reedição das historias de suas relações passadas. Com isto, a própria situação de aprendizagem coloca a criança, novamente, todas as questões vividas anteriormente em seus primeiros relacionamentos. Se aquelas crianças que puderam resolver mais satisfatoriamente suas questões narcísicas e edípicas, e por isso desenvolver melhor sua capacidade de simbolização, podem vivenciar mais tranqüilamente o processo de aprendizagem escolar, o mesmo não acontece com aquelas que ainda estão às voltas com tais questões, e que atualizam, repetem e expressam seus conflitos inconscientemente na relação de aprendizagem. A concepção de inteligência para a Psicopedagogia está fundamentada na teoria de Piaget, baseada no desenvolvimento cognitivo que se dá pela assimilação do objeto do conhecimento e as capacidades do sujeito para acomodar as estruturas diante do objeto assimilado. Para Jean Piaget (apud FONTANA, 1985), a criança tem uma forma própria e ativa de raciocinar e de aprender, que evolui, por estágios, até a maturidade intelectual. Elas não podem ser comparadas a um adulto, seus erros apenas caracterizam uma forma particular de pensar. A inteligência humana se desenvolve baseado em três correntes teóricas: o empirismo, o racionalismo e o construtivismo. O empirismo é uma concepção teórica que parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelo meio ambiente e não pelo sujeito, ou seja, de fora para dentro. A idéia é que o ser humano não nasce inteligente, mas passivamente submetido às forças do meio, que provocam suas reações, a satisfatórias são incorporadas e as insatisfatórias tendem a serem eliminadas, assim, o desenvolvimento intelectual pode ser totalmente modelado de fora, pois a força que o determina se encontra nos estímulos externos e não no indivíduo. A concepção teórica do racionalismo parte do princípio de que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelo indivíduo e não pelo meio, sendo concebida de dentro para fora. A idéia é que o ser humano já nasce com a inteligência pré-moldada. A lógica seria uma capacidade inata do homem. À medida que o ser humano amadurece, ele vai reorganizando sua inteligência pelas percepções que tem da realidade, e essas percepções dependem de capacidades que são inerentes ao indivíduo e não dos estímulos externos. Na concepção teórica construtivista, que tem como precursor Piaget, o princípio é que o desenvolvimento da inteligência é determinado pelas ações mútuas entre o indivíduo e o meio. A idéia é que o homem não nasce inteligente, mas também não é passivo sob a influência do meio. Ao contrário, responde aos estímulos externos agindo sobre eles para construir e organizar o seu próprio conhecimento, de forma cada vez mais elaborada. Na concepção piagetiana, a vida mental é, em essência, “auto-regulação”, onde o indivíduo vive em constante desequilíbrio, buscando se reequilibrar, e isso é feito por adaptação e por organização. A adaptação tem duas formas básicas: a assimilação e a acomodação. Na assimilação o indivíduo usa as estruturas psíquicas que já possui. Se elas não forem suficientes, é preciso construir novas estruturas. A acomodação consiste em acomodar aquilo que foi assimilado e reagir a um desequilíbrio para uma nova aprendizagem. Piaget (2004), diz que na “assimilação e na acomodação” se pode reconhecer a correspondência prática daquilo que serão mais tarde a dedução e a experiência, concluindo que a atividade da mente é a pressão da realidade de cada indivíduo no processo de novas aprendizagens. Sabe-se que o indivíduo constrói e reconstrói continuamente as estruturas que o tornam cada vez mais apto ao equilíbrio. Mas essas construções seguem um padrão em idades mais ou menos determinado. São os estágios, de desenvolvimento cognitivo que se dividem em vários subestágios. Sensório-motor (0 a 2 anos): A partir de reflexos neurológicos básicos, o bebê começa a construir esquemas de ação para assimilar o meio. A inteligência é prática, as noções de espaço e tempo, por exemplo, são construídos pela ação. O contato com o meio é direto e imediato, sem representação ou pensamento. Pré-operatório (2 a 7 anos) A criança se torna capaz de representar mentalmente pessoas e situações. Já pode agir por simulação. Sua percepção é global, sem discriminar detalhes: deixa-se levar pela aparência, sem relacionar aspectos. É centrada em si mesma, pois não consegue colocar-se abstratamente no lugar do outro. Operatório-concreto (7 a 11 anos) Nessa fase, a criança já é capaz de relacionar diferentes aspectos e abstrair dados da realidade. Não se limita a uma representação imediata, mas ainda depende do mundo concreto para chegar à abstração. Desenvolve também a capacidade de refazer um trajeto mental, voltando ao ponto inicial de uma situação. Lógico-formal (12 anos em diante) A representação agora permite a abstração total. A criança não se limita mais a representação imediata nem somente às relações previamente existentes, mas é capaz de pensar em todas as relações possíveis logicamente. Ainda respaldada na teoria Piagetina, a psicopedagogia utilizou, os estudos do suíço, no que diz respeito ao equilíbrio para estruturar o conhecimento que Piaget chamou de assimilação e acomodação, como citado anteriormente, e desenvolveu terminologias para identificar os processos de aprendizagem patológicos como: hipoacomodação, hiperacomodação, hiperassimilação e hipoassimilação. A leitura e a escrita, por fazer parte da aprendizagem humana , fazem parte dos estudos psicopedagógicos. Como confirma Barone( 1993,p.38) Penso que a criança, frente às primeiras experiências de aprendizagem da leitura e da escrita, revive, repete e expressa sua maneira esta que é a reedição da historia de suas relações passadas. Assim, as experiências de fracasso nesta aprendizagem, alem de terem sido influenciadas por esta condição pessoal da criança, infligem um ataque a seu narcisismo, ao qual a criança reage de diferentes maneiras,mas sempre segundo suas possibilidades, a fim de preservar ou recuperar a perfeição narcísica perdida. Contata-se, porém, que estamos longe de dar conta da complexidade e das diferentes nuances que é a aquisição das habilidades da leitura e da escrita. Não podemos negar a contribuição de muitas teorias que defendem, como condição necessária habilidades perceptivas motoras, lingüísticas, sintáticas e morfológicas. REFERÊNCIAS: FERNÁNDEZ. A inteligência aprisionada. Porto Alegre: Artmed,1991. ______. Os idiomas do aprendente: uma análise de modalidades ensinantes em famílias, escolas e meios de comunicção, Porto Alegre: Artmed,2001. FONTANA, Roseli. Psicologia e trabalho pedagógico. São Paulo: Atual, 1985. PIAGET, Jean. Seis estudos de psicologia. 24 ed. Rio de Janeiro: Florense Universitária, 2004. TRINCA, Walter; BARONE, Leda Maria Codeço. O procedimento de desenhos –estórias na avaliação das dificuldades de aprendizagem. In: Avaliação Psicopedagógica da criança de sete a onze anos.Petrópolis,RJ: Vozes,1996. Publicado em 26/01/2009 17:05:00 ________________________________________ Adriana Francisca de Medeiros - Professora da rede estadual e municipal do Estado do Rio Grande do Norte; pedagoga; especialista em Psicopedagogia pela Universidade Vale do Jaguaribe; Educação Infantil pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte e mestranda em educação – UFRN http://www.psicopedagogia.com.br/artigos/artigo.asp?entrID=1106